domingo, 6 de maio de 2012

7 anos de nós 2

Então... foi há sete anos que nosso encontro aconteceu. 

Passei um bom tempo da adolescência e juventude me apaixonando, em busca de um amor de verdade, querendo um namorado perfeito, um cara com mil qualidades e alguns defeitinhos aceitáveis. Pensei, algumas vezes, ter encontrado, até ter certeza de que ainda não era pra mim.

Pois foi exatamente quando eu deixei de procurar, que ele me encontrou. Foi quando achei que só o trabalho me bastava e que não tinha tempo pra mais aventuras amorosas que aconteceu o amor. Não era perfeito, ainda bem, mas tinha - e ainda tem - muito mais qualidades que defeitos, e ainda assim, bem diferente e bem melhor do que eu sonhei.

Nasci oito anos na frente dele - hehe -, já estava formada, quando ele prestou vestibular, morava sozinha e ele com os pais, mais ou menos como Eduardo e Mônica. E ainda assim, era bem mais maduro e pés no chão do que os caras da minha idade. Educado, gentil, determinado e autoconfiante. Foi assim que me conquistou, sem joguinhos, mas de peito aberto!

Alguns encontros, não apenas o nosso, só podem ser obra do destino. E eu digo isso porque as histórias de amor mais bonitas que conheço - as reais - não começaram por acaso, não mesmo! 

Voltando a nós, é fácil perceber que muita coisa mudou, desde que começamos a namorar. E ainda bem, porque precisamos crescer, evoluir. Neste último ano, por exemplo, quando trocamos Marau por Brasília, inevitavelmente, nos aproximamos muito mais. Somos eu e ele, apenas, e estamos achando ótimo, apesar da saudade da família e dos amigos.

Nem preciso lembrar que passamos por muitas aventuras juntos, algumas memoráveis e outras que gostaria de esquecer, mas não tem como. Foi em virtude dos piores momentos que vieram os melhores. Foram os maiores obstáculos, aqueles que julgamos não conseguir suportar, que fizeram de nós pessoas melhores. E de novo eu digo, foi a toa? Não, estou mais convencida de que precisamos passar por algumas provações, como testes que nos levam a próxima etapa, pra saber se somos mesmo capazes, ou até merecedores! É o que me dá coragem quando enfrento qualquer tempestade, imaginar que tudo vai passar, e que eu preciso enfrentar.

Sete anos é tão pouco, perto do tempo que eu quero passar com o Roberto, então eu sei que tenho muito que aprender, muito pra viver. Por enquanto só agradeço a Deus por ter um maridão companheiro, amigo, carinhoso, paciente - grande virtude! - , responsável, comprometido, batalhador, corajoso, honesto, verdadeiro, humano, lindo, divertido, alegre.... e muitos adjetivos mais hehehe!!!

Beijinhosssss

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Pra começar...

Primeiro post. Tenho tanto pra falar e inspiração não me falta. O que falte a mim, talvez, seja um filtro para que eu não me exceda nas palavras e nos devaneios que me atormentam e me sacrificam algumas noites de sono.

Procuro sempre me impor limites, costumava mostrar muito de mim, dar opinião sobre tudo, aconselhar mesmo quando não era chamada e acabava exagerando na sinceridade. Mas  hoje eu entendo que conselhos e palpites só são bem vindos quando solicitados e, ainda assim, com algumas ressalvas. Ninguém gosta de ouvir certas verdades, nem sempre estamos preparados para enxergar o que nos esforçamos para esconder e muito menos admitir e encarar o que pode ficar ali, embaixo do tapete, ou longe dos olhos, mesmo que machuque o coração ou ainda, que nos faça tomar uma atitude. Sobre atitudes, verdades, opiniões ou limites, falarei mais adiante. 

Para continuar esta apresentação - prometo ser breve - algumas coisinhas básicas a meu respeito, que talvez interesse: sou gaúcha de Passo Fundo tchê, mas cada vez mais, sinto pertencer menos àquela cidade que me viu nascer e para onde muitas vezes eu necessito retornar, por alguns dias... É onde eu me acomodo, relaxo, reflito, recarrego as baterias, ganho colo, guloseimas e amor, muito amor!

Hoje, moro em Brasília, e, inclusive, está fazendo um ano que cheguei aqui, pra ficar, mesmo não tendo certeza disso naquele maio de 2011. Sou jornalista, formada pela Unisinos, instituição que eu admiro, recomendo, e que fez parte de algumas das mudanças mais importantes de tantas que já passei. Foi lá que eu comecei a me encontrar, foi naquele universo acadêmico - e que pra mim tinha um pouco de magia - , que aprendi a me conhecer e a me respeitar.

Sou libriana, casada com um canceriano, também jornalista e um verdadeiro príncipe encantado que o destino reservou pra mim. Sempre lembro de agradecer por este encontro, aliás, costumo fazer isso sempre, agradeço a Deus pelo amor, pela saúde, pela família, pelos amigos, pelo trabalho, por cada conquista e por tantas coisinhas simples e rotineiras, isso me faz bem. Minha fé é um combustível importante, que guia até o meu humor, e sobre este também falarei, porque oscila bem mais do que deveria e me faz ter mais personalidades do que qualquer pessoa normal poderia dar conta, hehehe!

Então, tenho mais de 30, na verdade 34 até a próxima primavera. Ainda não sou mãe, mas sou uma boa filha e uma tia muito coruja! Adoro meus sobrinhos Emilli e Nicolas, que moram em Floripa. Depois que eles nasceram nossa família ficou melhor, tudo passou a ter mais sentido e os encontros muito mais açucarados, hummm, que gostosura, ficamos todos bobos, achando cada palavra ou brincadeira a mais especial, é uma verdadeira delícia aqueles dois, já estou com saudades e falando assim, meio que derretendo!

O básico, a que me referi no início, está aí, o resto virá em doses homeopáticas de bom humor, ou não, depende da TPM, da conta bancária, da balança, do trabalho, enfim, da vida real. Tem muito mais de mim que quero ver aqui, "muito mais que a Gê" que você diz que conhece... 

Beijinhosssss